A Sub-Atomic Particle walks into a bar…


A couple of days ago, Simon Allen, a friend in the UK got a “Neutron walks into a bar…” joke from Carla (from Oxford High School) and posted it in his Facebook timeline:

This neutron walks into a bar, orders a drink, opens his wallet to pay when the barman shakes his head and says………. “for you, no charge”

Physics, Humor and Language always catch my attention, so I thought for a few seconds and I replied with my own “Particle walks into a bar…” joke:

The Neutron walks into a bar. He was positive he had forgotten an Electron at home.

Since them I have wasted precious minutes (hours?) thinking of other smart particle situations (and involved other people through Twitter and Facebook). I knew I would not be able to stop unless I put all of them in a single place.

So, here it is. The most comprehensive set of “Particle walks into a bar…” jokes  documented in history. Credits to Simon Allen, Roy Atkinson, Allan Berkson, and the public domain (I am sure a few of them are stolen).

They are presented in no particular order.

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An Electron walks into a bar and order a drink for the proton. He found her very attractive.

A Neutron walks into a bar and order a double scotch. Barman: “What is the matter?”. Neutron: “Not the matter, the anti-matter”.

A Proton walks into a bar. Barman: “We only sell to protons, are you sure you are a proton?” Proton: “Yes, I’m positive”

Plutonium Atom walked into a bar. Barman thought he was very unstable.

An Electron walks into a bar. Another Electron walked in to a bar to meet the first Electron. That is repulsive!

A Proton walked into a bar order a double. The barman asks “What is the matter?”. Proton says “Two good friends were in a collision yesterday…”

An Electron walks into a bar… Barman: “What is the problem?”… Electron: “It is the photon. I wish I was as brilliant as him.”

An Atom walks into a bar and orders Diet Coke. Barman “Trying to lose weight?” Atom: “Yes, after Thanksgiving dinner, I am a few isotopes too heavy.”

Two Hydrogen Atoms walk into a bar. “We feel very divided…” Barman: “Helium, is it you?”

An Atom walks into a bar at the hotel lobby. Barman “Sit at the bar?”… Atom: “Yes, I cannot find room in the periodic table. ”

Neutrino walked into a bar. “Got a speeding ticket”… Barman: “How fast were you going?”… Neutrino: “Over the speed of light, but I think the radar malfunctioned. “

An Electron walked into a bar.  As he was served a martini, he waved to the Foton and collapsed.

An Atom walks into a bar. Barman “What are you going to have?”… Atom: “A gin-atomic, please”

Carbon and Hydrogen Atoms walk into a bar. “A bottle or red. Organic, please”

A Boson walked into a bar. Barman “What are you going to have?”…  The Boson did not hear what the barman said. He had a noise canceling headphone on.

A Lepton walks into a bar. Barman: “Ice Tea?”

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Dinheiro em Árvore? Nem no Vale do Silício


(in Portuguese, originally written for IVP)

Nos últimos anos, encontrei centenas de empreendedores brasileiros visitando o Vale do Silício. Quando pergunto “qual o seu objetivo nessa visita?”, invariavelmente ouço “tenho uma startup, vim procurar um VC e tentar pegar um investimento”.

Nesse post, eu o convido a visitar a California, mas também explico alguns conceitos básicos de investimento em startups e mostro que “pegar um investimento” não é um objetivo realista para a grande maioria dos empreendedores brasileiros visitando o Vale.

Empreendedor, Angel and Venture Capital

Empresas podem nascer, crescer e morrer de várias formas, mas durante as últimas décadas o Vale do Silício na California desenvolveu um modelo de empreendedorismo que parece maximizar a eficiência do ecosistema empreendedor.

No estágio inicial, uma startup é financiada pelos próprios fundadores (economias pessoais, investimentos de amigos, empréstimos bancários, suor e trabalho). Bootstrapping é o processo no qual a empresa desenvolve o produto e gera receitas para pagar as contas e crescer sem capital externo adicional.

Embora bootstrapping possa ser o caminho para a sua empresa, no modelo padrão existem dois tipos de investidores que fornecem o capital para a empresa crescer. Isso permite planos de negócios com riscos e objetivos mais agressivos.

Angel Investors são indivíduos ou grupos de indivíduos que investem capital próprio. A decisão de investimento ocorre por “gut feeling”, envolvendo experiência no mercado, relação de confiança com fundadores, e paixão pela tecnologia. Normalmente Angels investem cedo na evolução da empresa e, nos EUA, fornecem USD$100-$500k.

Para receber angel investment, uma startup precisa ter um protótipo do produto/serviço e alguns usuários ou clientes. O empreendedor precisa mostrar que conhece o mercado e o problema, sabe o caminho para uma solução viável, e consegue executar. O investimento normalmente é utilizado para completar o desenvolvimento do produto e validar o modelo de negócios.

VC Investors são fundos administrados por profissionais. A decisão de investimento é baseado em análise, já que o VC precisa justificar o aporte para os investidores e manter o perfil de investimento do fundo. Normalmente VCs investem mais tarde na evolução da empresa e, nos EUA, fornecem USD$1-5M em uma rodada inicial.

Para receber investimento VC, uma startup precisa ter um produto no mercado. Para um serviço de Internet, ter 100k’s usuários e taxas de conversão/retenção boas.  Para um produto corporativo, precisa ter vários clientes com validação da proposta de valor e a recomendação de analistas de mercado independentes. O empreendedor precisa mostrar que o modelo está validado e que capital é o último fator necessário para escalar o negócio.

A Startup Brasileira e o Silicon Valley

Para quem me conhece, eu sempre falo que é quase obrigatório para um empreendedor planejando jogar pelas regras do jogo acima visitar o Vale do Silício e passar algumas semanas aqui. Escrevi sobre as razões disso em um post anterior e outro.

Mas vir para o Vale para “tentar um investimento” não é realista porque esse ecosistema é altamente local. Por motivos legais e logísticos, é raro para um investidor Angel ou VC investir em uma empresa brasileira trabalhando o mercado local. Mesmo quando ocorre, o aporte exige que a empresa se estabeleça nos EUA. Então o dinheiro do Vale (1/3 de todo o capital de risco no mundo) não é diretamente acessível ao empreendedor Brasileiro.

A boa notícia é que esse mesmo ecosistema está se formando em outras partes do mundo e o mercado está respondendo à onda de empreendedorismo ocorrendo no Brasil. As incubadoras e aceleradoras estão se multiplicando (com as boas e más consequencias da expansão rápida). Fundos Angel (como a própria IVP) e VC estão se formando (com capital nacional e daqui do Vale).

Mas e a história do empreendedor que recebeu $5M do VC somente com um PowerPoint? E o Instagram que teve um exit de $1B sem ter um modelo de negócios? Sim, mas essas são as excessões que aparecem na mídia e criam a ilusão que é fácil pegar investimentos sem um negócio viável. Para os 98% de startups normais, as regras se aplicam.

Então me siga no Twitter venha me visitar aqui no Vale do Silício (tour), mas não porque você ache que dinheiro para startups cresce em árvores.

Marcio Saito foi de São Paulo para a California para ajudar a estabelecer a Cyclades (a primeira empresa brasileira de tecnologia a se estabelecer no Vale) 20 anos atrás e acabou ficando. Trabalha com tecnologias de Data Center e Social Media. Envolvido com empreendedorismo, hoje coordena o programa de mentoria da Bay Brazil, uma entidade que conecta as comunidades profissionais do Brasil e Vale do Silício.

Thanksgiving in a Social World


This week is the time of the year when we in the US take a break from our busy lives to express Gratitude (and eat, shop, etc).

Gratitude is a positive emotion we feel in acknowledgment of a benefit we have received. Saying “Thank You” is the way to express that emotion which is the basis of life in community. It recognizes that we depend on one another to live, to be ourselves.

We get used to say “Thank You” as a matter of social protocol. This is the time to bring its meaning back to consciousness.

I grew up in Brazil and my native language is Portuguese. We say “Obrigado“, which is not my favorite expression because it equals gratitude with indebtedness. Literally, it says “I owe you something”.

In my travels around the world I have always taken interest not only on the local word to express gratitude, but also on its literal meaning and the social attitude behind it.

My favorite form of “Thank You” is the one used in Malaysia. “Terima Kasih” sounds very friendly and it literally translates to “Receive Love”.

I am no historian or linguist, but I theorize that words equating gratitude and indebtedness have roots in a period in history where gratitude was used as social currency between levels of hierarchy, where favors were exchanged for political loyalty. Words that equals gratitude with love reflect a more equal exchange between peers.

As we shift towards a business environment where stronger relationships are more people-to-people and less customer-to-company or people-to-expert, in Social Business, gratitude has to be more like love and less like indebtedness.

With that in mind, I would like to say Thank You for reading, agreeing or disagreeing, providing feedback and teaching me through interaction in 2012.

Here is a list to say Thank You in other languages.

Happy Thanksgiving.